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Problema 06 · Transformação digital da formação

Curva do esquecimento

O treino entra por um ouvido e sai pelo outro. Dois dias depois, já ninguém se lembra do que aprendeu.

As 2 respostas

Transformação digital da formação

App de conteúdos

A formação sai da sala no telemóvel de cada participante.

Não é um catálogo de cursos. É o método da sua empresa, entregue por um QR Code lido na sala — e atualizado depois sem nunca mudar o QR.

FormatoPreparação dos conteúdos e entrega por QR Code ou link
Responde aCurva do esquecimento

Porquê levar a formação para o telemóvel

Dois dias depois de uma formação, a maior parte do que foi dito já se perdeu. Não por desinteresse — porque nada voltou a pôr aquilo à frente de ninguém.

  • O material fica no emailSegue em anexo no dia seguinte, e nunca mais é aberto por ninguém.
  • Conteúdo de catálogoA empresa compra uma biblioteca genérica de competências comerciais — que não é o método da casa, nem tem os casos da casa.
  • Ninguém sabe qual é a versão boaCirculam três versões do mesmo documento e cada pessoa guarda a sua cópia.

As três formas de dar acesso aos conteúdos

A escolha decide quanto trabalho de IT é preciso — e quantas pessoas voltam lá.

Forma A

Plataforma de e-learning

Um sistema de cursos

Foco
Produzir e alojar cursos no formato da plataforma.
Risco
Obriga a converter tudo, exige projeto de IT e contas para toda a gente — e o catálogo continua a ser de outra pessoa.
Forma B

Pasta partilhada

O link para o Drive

Foco
Deixar os materiais numa pasta e enviar o acesso.
Risco
Ninguém volta lá, e ao fim de uns meses ninguém sabe qual das versões é a boa.
Forma C

Entrega por QR Code

Na sala, no momento

Foco
O conteúdo da própria empresa, embarcado no telemóvel durante a formação.
Resultado
Sem projeto de IT, sem contas para criar, sem esperar por ninguém.

É assim que entregamos.

Como o conteúdo chega

Quatro passos. O quarto é o que distingue isto de tudo o resto.

CarregarOs conteúdos da formação entram como estão: apresentação, documento, página, vídeo.
GerarCada conteúdo fica com o seu QR Code e o seu link curto.
EntregarO grupo lê o QR na sala e leva os conteúdos consigo.
AtualizarO conteúdo muda e chega atualizado — e o QR Code continua a ser o mesmo.

O QR Code nunca muda. Pode ser impresso num manual, num cartão, num expositor ou num crachá: aponta sempre para a versão atual, hoje e daqui a dois anos. Material impresso que nunca fica desatualizado.

A mesma aplicação, experiências diferentes. Se a equipa de vendas e a de pós-venda lerem QR Codes diferentes na mesma sessão, cada uma fica com os seus conteúdos — na mesma app.

O que a aplicação permite

Além de guardar os conteúdos, resolve coisas que na prática fazem diferença.

Qualquer formato digital Organização por categorias Separação de conteúdos por grupo Partilha entre colegas, quando autorizada Conteúdo entregue por localização Atualização em tempo real

A aplicação pode sair com a marca da sua empresa. Por defeito, os conteúdos são entregues na nossa aplicação e isso vem incluído na formação. Quando faz sentido ter uma academia própria, a aplicação passa a ser da empresa, com o nome e as cores dela nas lojas — o mecanismo é o mesmo.

A partilha é uma decisão, conteúdo a conteúdo. Um guia de trabalho pode passar de colega para colega encostando dois telemóveis. Uma tabela de preços ou um argumentário de concorrência pode ficar fechado a quem o recebeu.

O que a sua empresa recebe

Conteúdos preparadosO material da formação tratado para ser consultado no telemóvel, e não lido em papel.
QR Codes e links de entregaUm por conteúdo ou por percurso, prontos a usar em sala e em material impresso.
Estrutura de categoriasComo os conteúdos se organizam para serem encontrados depois.
Regras de partilha e atualizaçãoO que pode circular, o que fica fechado, e quem mantém cada conteúdo.

Transformação digital da formação

Notificações de reforço

O lembrete certo, no dia em que faz falta.

Cada conteúdo publicado pode chegar como notificação. É a cadência do reforço a funcionar sozinha — sem depender de alguém se lembrar de a manter.

FormatoCalendário de publicações com notificação seletiva
Responde aCurva do esquecimento

Porquê um lembrete

Ter o conteúdo no telemóvel não chega. Se nada o voltar a pôr à frente da pessoa, fica lá guardado exatamente como ficava no email.

  • O acesso existe, o uso nãoToda a gente tem os conteúdos. As estatísticas de utilização continuam a ser um deserto.
  • O reforço depende de alguém se lembrarFica à responsabilidade de uma pessoa ocupada, e desaparece na terceira semana.
  • Quando aparece, aparece a mandar«Tem formações por concluir.» É cobrança administrativa, e faz desinstalar a aplicação.

As três formas de lembrar

O que distingue as três é o que vai dentro do lembrete.

Forma A

Email para todos

A newsletter interna

Foco
Enviar periodicamente conteúdo à equipa por email.
Risco
Entra numa caixa com outros sessenta e abre-se se sobrar tempo. Normalmente não sobra.
Forma B

Alertas de cumprimento

O curso por terminar

Foco
Avisar quem ainda não completou o que lhe foi atribuído.
Risco
Fala de obrigação, nunca de conteúdo. Gera irritação, e a seguir indiferença.
Forma C

Notificação com conteúdo

A dose da semana

Foco
Cada aviso traz alguma coisa útil por trás, sobre o comportamento em reforço.
Resultado
Abre-se porque compensa abrir, e não porque alguém mandou.

É assim que lembramos.

Notificar é uma decisão, não um automático

Cada conteúdo publicado pode seguir com notificação ou sem ela. É uma escolha que se faz de cada vez.

A cadênciaQuantas doses, em que dias, durante quantas semanas — definido antes de começar.
A publicaçãoO conteúdo entra na aplicação de quem já o tem, atualizado em tempo real.
A decisão de avisarEsta merece interromper alguém? Se não merecer, publica-se em silêncio.
A leituraQuem abriu, quando e quantas vezes — que diz se a cadência está certa.

A atenção é um orçamento, e gasta-se. Cada notificação que não compensa abrir torna a seguinte mais fácil de ignorar. É por isso que notificar é uma decisão por conteúdo, e não uma regra automática.

O que a sua empresa recebe

Calendário de publicaçõesO que sai, em que dia, e o que segue com aviso.
Regra de frequência e de tomQuantas notificações por semana no máximo, e como se escrevem para serem abertas.
Leitura por conteúdoQuem abriu e quando, conteúdo a conteúdo.
Ligação ao acompanhamentoO que dessa leitura deve chegar à chefia, para saber onde ir observar.

Vamos olhar para o seu caso?

Uma primeira conversa, sem compromisso, para perceber que respostas fazem sentido na sua empresa e por onde começar.

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Exemplo ilustrativo

Diagnóstico NAPA — função de direção comercial

Baseado num relatório real. Mostra a leitura por domínio da função, não os valores numéricos completos do diagnóstico.

Estratégia de Receita & PrevisibilidadeForte
KPIs & Performance da ReceitaA consolidar
Jornada do ClienteA avaliar
Liderança Comercial & VendasA desenvolver
Liderança & EquipaA desenvolver
Orquestração de StakeholdersA desenvolver
Negociação & ParceriasA desenvolver

Os mesmos domínios, em gráfico de aranha

Nível atualExigência da função
Estratégia deReceitaKPIs &PerformanceJornada doClienteLiderançaComercialLiderança &EquipaOrquestraçãoNegociação
Diagnóstico por domínio, nível atual e exigência da função
DomínioNível atualExigência da função
Estratégia de Receita & Previsibilidade8885
KPIs & Performance da Receita6480
Jornada do Cliente5070
Liderança Comercial & Vendas3685
Liderança & Equipa3875
Orquestração de Stakeholders3480
Negociação & Parcerias3378