Todos os problemas

Problema 01 · Infraestrutura comercial

Cada vendedor tem o seu método

Os novos vendedores demoram seis meses a produzir com eficácia e ninguém sabe bem o que funciona.

As 4 respostas

Infraestrutura comercial

Sales Methodology Audit

O raio-X operacional à eficiência da sua equipa comercial.

Não auditamos apenas o que os seus vendedores fazem — auditamos a resposta dos seus clientes e o suporte que a sua empresa oferece.

FormatoAnálise de dados, entrevistas e sessão executiva
Responde aMétodo disperso · Onboarding lento

Porquê uma auditoria de metodologia

A maioria das empresas tenta resolver quebras nas vendas cobrando mais chamadas — esforço — ou contratando formações pontuais — teoria. Nenhuma das duas toca na causa. O SMA identifica as razões reais e operacionais da falta de previsibilidade.

  • Inexistência de padrãoVendedores experientes usam métodos próprios. Novos elementos demoram meses a produzir.
  • Falsa produtividadePipelines cheios de negócios parados que nunca fecham.
  • Dependência de heróisO resultado da empresa depende do talento individual e não de uma estrutura replicável.

As três abordagens do mercado

Antes de corrigir, é preciso saber em que modelo a empresa opera hoje. Ajudamos a identificá-lo — e a perceber para onde precisa de evoluir.

Modelo A

Burocrático

CRM-Centric

Foco
Quantidade de atividades e preenchimento de CRM.
Risco
Métrica de esforço sem garantia de avanço nas vendas.
Modelo B

Académico

Skill-Centric

Foco
Conhecimento teórico e técnicas de comunicação.
Risco
Curva de esquecimento alta após a formação.
Modelo C

Operacional

Outcome-Driven

Foco
Movimento real do comprador e fatores de suporte da empresa.
Resultado
Compromissos reais e processos replicáveis.

É aqui que trabalhamos — é o sistema Superior Training Technology.

Como funciona

Quatro etapas, por esta ordem. A sequência é deliberada: os factos e o suporte são testados antes de qualquer juízo sobre as pessoas.

  1. Diagnóstico quantitativo

    O raio-X de dados. Análise do histórico de vendas cruzando quatro eixos — vendedor, canal, vertical e produto — para detetar anomalias de desempenho que as médias globais escondem.

  2. Auditoria de suporte vs. competência

    Separação entre o que é mérito ou falha do vendedor e o que é responsabilidade da estrutura: qualidade dos leads, ferramentas, CRM e materiais de apoio.

  3. Validação de outcomes na jornada

    Avaliação do pipeline com base em marcos de compromisso reais assumidos pelo cliente — ações concretas dele — e não em propostas enviadas pelo vendedor.

  4. Co-criação e mapeamento de soluções

    Sessão executiva com a liderança para quantificar o impacto financeiro dos estrangulamentos identificados e alinhar as ferramentas de correção.

O que a sua empresa recebe

Relatório de Maturidade ComercialDiagnóstico claro, com os estrangulamentos operacionais e as discrepâncias de equipa.
Matriz de Suporte vs. PerformanceMapeamento dos riscos de dependência de talentos individuais.
Matriz de Movimento de PipelineCritérios objetivos de transição entre etapas, baseados em respostas do cliente.
Plano de Ação IntegradoQuick wins imediatos e roteiro de implementação metodológica.

Infraestrutura comercial

Sales Process Design

O funil desenhado à volta da decisão do comprador, não da atividade do vendedor.

Não desenhamos etapas com nomes bonitos. Desenhamos quem é dono de cada etapa e como o negócio passa de mão em mão sem se perder pelo caminho.

FormatoSessões de desenho com a equipa comercial e a liderança
Responde aMétodo disperso · Onboarding lento

Porquê desenhar o processo

Quase todas as empresas têm um funil. Poucas conseguem dizer quem é responsável por cada etapa e o que acontece quando o negócio muda de mãos. Sem isso, o funil é um arquivo com nomes — não um processo.

  • Etapas que descrevem o vendedor«Proposta enviada», «em follow-up». Nomes que dizem o que o vendedor fez, e nada sobre o que o cliente assumiu.
  • Negócios perdidos entre funçõesO marketing passa contactos a que ninguém liga. A venda fecha e a implementação só sabe semanas depois.
  • CRM preenchido que não serve para decidirOs campos existem, são preenchidos, e no fim ninguém toma nenhuma decisão com eles.

As três formas de desenhar um funil

O processo que a empresa tem hoje caiu quase sempre numa destas três. Reconhecê-la é o primeiro passo do trabalho.

Forma A

Herdado

O funil que veio com o CRM

Foco
Etapas genéricas, de origem, iguais às de qualquer outra empresa.
Risco
Não descreve como esta empresa vende, e por isso ninguém o leva a sério.
Forma B

Descritivo

Etapas com o nome da atividade

Foco
Registar o que o vendedor fez em cada momento.
Risco
Mede esforço em vez de avanço. O pipeline enche e a previsão falha.
Forma C

Operacional

Etapas ancoradas em compromissos

Foco
Cada etapa corresponde a uma ação concreta assumida pelo cliente.
Resultado
Cada etapa tem dono e cada passagem entre funções tem prazo. Nada fica parado entre departamentos.

É assim que desenhamos.

Como funciona

Quatro etapas, por esta ordem. O processo é reconstituído a partir de negócios reais antes de ser desenhado — nunca a partir do organograma do CRM.

  1. Reconstituição do funil real

    Como os negócios andam de facto nesta empresa, reconstituído a partir de casos ganhos e perdidos recentes. É quase sempre diferente do funil que está configurado.

  2. Definição das etapas e dos compromissos

    Cada etapa fica ancorada numa ação concreta do cliente — uma reunião com o decisor, um acesso concedido, um piloto aprovado. Os nomes das etapas vêm depois disso, nunca antes.

  3. Donos e passagens entre funções

    Quem é responsável por cada etapa, e como o negócio passa do marketing para a venda e da venda para a implementação — com prazo de resposta em cada passagem.

  4. Campos obrigatórios e configuração

    Que informação é obrigatória em cada fase e que decisão cada campo serve. Campo que não alimenta uma decisão é retirado — é aí que se perde a adesão da equipa.

O que a sua empresa recebe

Mapa do funilPor etapa: objetivo, ações-chave, ferramentas de apoio e indicador de acompanhamento.
Mapa de passagens entre funçõesQuem entrega o negócio a quem, em que momento, e com que prazo de resposta.
Campos obrigatórios por faseA informação mínima de cada fase, com a decisão concreta que cada campo serve.
Guia de configuração do CRMComo o desenho fica refletido na ferramenta que a equipa usa todos os dias.

Infraestrutura comercial

Sales Playbook

As respostas de que a sua equipa precisa, escritas uma vez, para a realidade da sua empresa.

Todos os playbooks respondem às mesmas perguntas. As respostas é que nunca são iguais de uma indústria para outra — e é por isso que não trabalhamos com templates.

FormatoConstruído com a equipa e testado no terreno
Responde aMétodo disperso · Onboarding lento

Porquê um playbook

Numa equipa sem playbook, o método existe — mas vive na cabeça de cada vendedor, em versões diferentes.

  • A mesma pergunta, cinco respostasO cliente faz a mesma pergunta a dois vendedores e ouve duas empresas diferentes.
  • Onboarding por imitaçãoO vendedor novo aprende a ver o colega do lado — incluindo os erros dele.
  • O método sai pela portaQuando o melhor vendedor sai, leva com ele a forma de vender que funcionava.

As três formas de fazer um playbook

Quase todas as empresas já ouviram falar de playbooks. Poucas têm um que a equipa abra antes de uma reunião.

Forma A

Template

Um modelo genérico preenchido

Foco
A estrutura de sempre, com o nome da empresa.
Risco
Serve a qualquer empresa — por isso não serve a esta.
Forma B

Enciclopédia

Um documento com tudo

Foco
Oitenta páginas que não deixam nada de fora.
Risco
Apresentado uma vez, arquivado para sempre.
Forma C

Operacional

Feito para ser usado

Foco
As perguntas que a equipa faz de facto, respondidas para esta empresa.
Resultado
Uma ferramenta consultada na véspera de uma reunião, não guardada numa pasta.

É o que construímos.

Seis perguntas, respostas diferentes em cada empresa

O núcleo de qualquer playbook. As perguntas são sempre estas; as respostas são sempre da empresa.

A quem vendemos?Perfil de cliente ideal
Com quem falamos lá dentro?Personas e decisores
Porque é que nos devem escolher?Proposta de valor e provas
Como avança um negócio?Processo e etapas
O que dizemos, e o que perguntamos?Guiões e perguntas
O que respondemos quando dizem que não?Objeções e concorrência

O que muda de indústria para indústria

À volta do núcleo, cada empresa precisa de módulos diferentes. Entram apenas os que a sua realidade exige.

Catálogo técnico de produtos Função de pré-venda Várias verticais de mercado Concursos e compras públicas Base instalada e renovações Venda através de parceiros

Como construímos

Um playbook não se escreve numa folha em branco. Parte do que já funciona na empresa.

  1. Recolha do que já funciona

    O ponto de partida é o que os melhores vendedores já fazem — as perguntas, os argumentos e as respostas que resultam.

  2. Respostas e módulos

    As seis perguntas respondidas para a empresa, e os módulos ativados consoante a sua realidade.

  3. Teste no terreno

    Cada secção é usada em reuniões reais antes de ser dada como fechada. O que não resulta, sai.

  4. Lançamento com dono

    O playbook fica com um responsável interno e uma data de revisão. Sem dono, está desatualizado ao fim de seis meses.

O que a sua empresa recebe

Sales PlaybookO núcleo e os módulos da empresa, no formato em que a equipa o vai usar.
Guiões e perguntasO que dizer e o que perguntar em cada etapa do processo comercial.
Biblioteca de objeçõesAs objeções que a equipa ouve de facto, com respostas testadas.
Plano de manutençãoQuem é o dono, quando se revê, e como entra o que se aprende no terreno.

Infraestrutura comercial

Deal Progression Framework

Cada negócio no sítio onde está de facto — não onde o vendedor gostava que estivesse.

Não medimos o que o vendedor fez. Medimos o que o cliente assumiu — e damos à equipa o direito de desqualificar.

FormatoModelo de referência e revisões de negócio com a chefia
Responde aMétodo disperso · Pipeline sem fecho

Porquê um modelo de progressão

Um pipeline pode estar cheio e não valer nada. O problema raramente é a falta de oportunidades — é não saber quais delas são reais.

  • Previsão por intuiçãoO negócio «está a 70%» porque o vendedor sente que está. Ninguém sabe dizer o que o cliente fez para lá chegar.
  • Negócios que nunca morremOportunidades com meses de idade que ninguém tem coragem de dar como perdidas — porque desqualificar encolhe o pipeline.
  • Revisões que são conversasA chefia pergunta «como está?» e aceita a resposta. Sai da reunião a saber o mesmo que sabia antes.

As três formas de acompanhar um negócio

A forma como a empresa acompanha os negócios hoje decide se a previsão do trimestre é um número ou uma esperança.

Forma A

Por probabilidade

Uma percentagem por etapa

Foco
Cada etapa do funil vale uma percentagem fixa: 10%, 25%, 50%.
Risco
A percentagem é da etapa, não do negócio. Dois negócios na mesma etapa valem o mesmo, mesmo que um esteja morto.
Forma B

Por checklist

Uma sigla em campos do CRM

Foco
BANT, MEDDIC ou outra sigla, convertida em campos obrigatórios.
Risco
Preenche-se para cumprir. Os campos ficam completos e ninguém desqualifica nada.
Forma C

Por evidência

Cada etapa exige uma prova do cliente

Foco
Um negócio só avança quando o cliente fez algo que o comprove.
Resultado
Desqualificar passa a ser uma decisão legítima. A previsão deixa de ser opinião.

É assim que trabalhamos.

As oito etapas

Cada etapa descreve o que o cliente fez — nunca o que o vendedor sabe ou acha. Um negócio está na etapa cuja evidência existe, e em nenhuma outra.

  1. Opportunity IdentifiedHá um sinal concreto do problema e um contacto dentro do perfil de cliente ideal.
  2. Problem ValidatedO cliente reconhece o problema e descreve o impacto por palavras suas.
  3. Decision Process
    Método PTD
    O cliente mostrou quem decide, quem influencia, como e quando se decide, e que critérios justificam a decisão. Existe um aliado interno.
  4. Business CaseO cliente validou os números: impacto, custo de não agir e valor esperado. Os números são dele.
  5. Solution FitO cliente confirmou que a solução responde aos critérios que ele próprio definiu.
  6. CommitmentO cliente assumiu uma ação concreta: piloto aprovado, acesso ao decisor ou calendário de decisão acordado.
  7. Commercial NegotiationA proposta foi discutida em reunião, não só por email. A rota de aprovação é conhecida.
  8. Implementation / ExpansionContrato assinado, arranque feito, e o business case convertido em métricas de sucesso.

O ciclo fecha-se na etapa 8. Os números que o cliente validou para comprar são os mesmos com que se mede o sucesso depois. O compromisso não termina na assinatura.

Desfechos possíveis em qualquer etapa GanhoPerdidoSem decisãoDesqualificado

Desqualificar é uma saída legítima, registada com a razão. Um pipeline mais pequeno e verdadeiro vale mais do que um grande e imaginário.

Como implementamos

O modelo só vive se a chefia o usar todas as semanas. Por isso a implementação termina com a chefia a conduzir, não com um documento entregue.

  1. Adaptação do modelo

    As oito etapas ajustadas ao ciclo de venda da empresa, com a evidência concreta exigida em cada uma.

  2. Reclassificação do pipeline

    Cada oportunidade atual reposicionada pela última evidência real do cliente. A diferença entre o pipeline declarado e o pipeline real fica quantificada.

  3. Ritual de revisão de negócios

    Cadência de revisões em que a chefia pede evidência, não opinião. A chefia é preparada para as conduzir e passa a ser a guardiã do modelo.

O que a sua empresa recebe

Modelo de progressãoAs oito etapas adaptadas à empresa, com a evidência exigida em cada uma.
Pipeline reclassificadoCada negócio no sítio real, com a diferença face ao pipeline declarado quantificada.
Guião de revisão de negóciosAs perguntas que a chefia faz em cada revisão, e o que conta como resposta.
Regras de desqualificaçãoQuando um negócio sai do pipeline, quem decide, e como se regista a razão.

Vamos olhar para o seu caso?

Uma primeira conversa, sem compromisso, para perceber que respostas fazem sentido na sua empresa e por onde começar.

Falar comigo

Exemplo ilustrativo

Diagnóstico NAPA — função de direção comercial

Baseado num relatório real. Mostra a leitura por domínio da função, não os valores numéricos completos do diagnóstico.

Estratégia de Receita & PrevisibilidadeForte
KPIs & Performance da ReceitaA consolidar
Jornada do ClienteA avaliar
Liderança Comercial & VendasA desenvolver
Liderança & EquipaA desenvolver
Orquestração de StakeholdersA desenvolver
Negociação & ParceriasA desenvolver

Os mesmos domínios, em gráfico de aranha

Nível atualExigência da função
Estratégia deReceitaKPIs &PerformanceJornada doClienteLiderançaComercialLiderança &EquipaOrquestraçãoNegociação
Diagnóstico por domínio, nível atual e exigência da função
DomínioNível atualExigência da função
Estratégia de Receita & Previsibilidade8885
KPIs & Performance da Receita6480
Jornada do Cliente5070
Liderança Comercial & Vendas3685
Liderança & Equipa3875
Orquestração de Stakeholders3480
Negociação & Parcerias3378